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Iniciando o ano com CSI: Fatal Conspiracy

Iniciando o ano com CSI: Fatal Conspiracy

Nada melhor que iniciar o ano exercitando a mente e se divertindo ao mesmo tempo, e é isto que CSI: Fatal Conspiracy,  proporciona, e  em quantidades suficiente para não se importar em não ser um título recente.


CSI: Fatal Conspiracy Capa

Seguindo a linha de raciocínio de meu artigo anterior (Ano novo e jogos nem tanto: Naruto
Shippuden: Ultimate Ninja Storm 2
), acredito que não é necessário um jogo ser novo e estar na lista dos “melhores” para nos divertir, então, desta vez, vos trago CSI: Fatal Conspiracy.

CSI: Fatal Conspiracy foi lançado em 2010, desenvolvido pela Telltale Games e publicado pela Ubisoft para as plataformas Windows, Wii, Xbox 360 e PS3.

Vamos começar pela história, ela é uma “faca de dois gumes” para este artigo, ao mesmo tempo que para mim é um dos dois destaques do jogo, nada muito explicativo poderei acrescentar, pois é o foco do jogo. Então, só o que me permito contar sobre a história, é que foi bem trabalhada, dividida em 5 casos interligados, você opta por qual caso jogar, inicialmente liberado somente o primeiro caso, a cada caso resolvido o seguinte é liberado, e o caso resolvido e seus anteriores continuam jogável, caso você tenha deixado algo passar e queira conferir.

A forma com que se desenvolve a história de cada caso, podemos dizer que se você já assiste o seriado CSI, vai se sentir olhando um episódio. Foi feito de forma que seguisse a linha da série e envolvesse o jogador, fazendo com que ele não pense em largar o mouse (ou o controle) até que tenha posto o assassino na cadeia. Além disto, para reforçar a história e fazer justamente com que o jogador se sentisse no seriado, vários personagens da série estão presentes no jogo, inclusive como seus parceiros. Entre esses personagens podemos citar: Jim Brass, Raymond Langston e Greg Sanders, dentre outros.

CSI: Fatal Conspiracy

O outro destaque é a jogabilidade, fundamentalmente point and click, (a Telltale é boa nisso), CSI: Fatal Conspiracy não foca na ação, porém este jogo vai além do “apontar e clicar”, você move uma seta – quando não está utilizando um equipamento – e por meio desta procura evidências nos locais disponíveis, normalmente na cena do crime e alguns outros locais importantes, tendo que muitas vezes conseguir mandados para poder entrar em novos locais.

Estas evidências podem ser acessadas por meio do celular, e algumas ainda podem ser examinadas na tela de evidências mesmo, onde costumamos encontrar sangue, digitais, fibras, produtos químicos dentre outras coisas. Neste celular também temos acesso a alguns outros recursos, como o arquivo do caso, que contém algumas informações como suspeitos e vítima, e e-mails que recebemos e nos ajudam a se orientar. Também é por meio deste celular que viajamos entre os locais.

Além dos locais que podemos coletar evidências, temos a sala do Brass (nosso “chefão”), a do Morgue (o “cara” da autópsia) e o interrogatório, para onde levamos os suspeitos dos crimes para interrogar,  muitas vezes precisando de mandado para isso. O modo de como ocorre as interrogações, é um ponto forte da jogabilidade, onde podemos selecionar as perguntas para fazer ao interrogado, e apresentar provas que vão contra o que ele disse, mas não vá apresentar qualquer prova ou será chamado para uma “conversinha”  por seu parceiro.

E por fim mas não menos importante, quero falar do laboratório, onde estão todos equipamentos que você irá utilizar e onde você passará a maior parte do tempo. É dividido em duas salas, aqui temos quase todos equipamentos que iremos utilizar durante o jogo, compararemos DNAs e a química de substâncias, identificaremos digitais e muitas outras coisas, sendo que cada equipamento tem um modo diferente de operar – fácil de aprender e divertido de fazer – sempre forçando que utilizemos a lógica de investigador que há dentro de nós. É provável que você termine os cinco casos e não canse de utilizar estes equipamentos.

Bom, o artigo está perto do seu fim, com certeza não falei de todo o jogo, porém acho que já deu para termos uma ideia de como o jogo funciona, portanto, para encerrar, só quero destacar mais dois pontos:

1 – É bom saber inglês, talvez exista algum patch de tradução na internet, não sei, mas o jogo original é em inglês e é vital compreender para prosseguir, além de tirar toda a graça se você não acompanhar a história.

2 – Você é o “Poderoso Chefão” da história! Achei curioso o fato de algumas vezes você selecionar o que falar, e seu parceiro falar como se você fosse ele, mas como não é, isso me leva a crer que você só manda e ele obedece haha.

TG

 

 

Jhordan

Muito prazer me chamam de otário, por amor às causas perdidas. (Dom Quixote, Engenheiros do Hawaii)

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