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Atrativa GameHouse busca desenvolvedores brasileiros para abastecer mercado de games

Empresa conta com base de mais de 7 milhões de jogadores no País; segmento cresceu 43% no Brasil no último ano, movimentando mais de R$ 1 bilhão.

A Atrativa GameHouse está em busca do talento brasileiro para o desenvolvimento dos chamados games casuais – aqueles idealizados para plataformas online e dispositivos móveis, não necessariamente simples, mas que não exigem imersão. A empresa estará na Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, onde pretende descobrir potenciais desenvolvedores para seus próximos jogos.

A aposta da Atrativa GameHouse no mercado brasileiro – e nos profissionais locais – é um sinal de que a empresa está atenta aos números extremamente positivos dos jogos em nossa economia. De acordo com pesquisa divulgada neste ano pela consultoria GfK, esse mercado cresceu 43% no Brasil em 2012, movimentando um total de R$ 1 bilhão.

Com mais de 7 milhões de usuários ativos no Brasil, a Atrativa GameHouse lança 300 games por ano no país. A empresa procura títulos e propostas nacionais, que se destaquem pela criatividade e interatividade, acreditando na capacidade do profissional brasileiro.

“A condição emergente do mercado nacional possibilitou a ascensão de profissionais que aprenderam na prática, jogando videogames, e possuem um variado repertório cultural e entendimento da dinâmica dos jogos”, destaca André Faure, diretor Executivo da Atrativa GameHouse. O executivo também aposta no potencial dos estúdios nacionais e espera encontrar representantes desses estúdios na BGS.
“A busca por desenvolvedores nacionais é uma consequência natural de nosso trabalho, uma vez que o Brasil é cada vez mais exigente e importante para a indústria de entretenimento em geral”, destaca Faure. “Continuamos firmes na identificação de bons títulos que merecem a adaptação e localização para o Brasil, mas também buscamos as opções disponíveis no País”, reforça.

A vez e a força das mulheres
Característica marcante do público de jogos casuais é a forte participação das mulheres. De acordo com levantamento do Ibope, no Brasil elas são 55% do total de jogadores, sendo que 38% delas jogam todos os dias. “Nossa audiência feminina é muito grande e acreditamos que investir em desenvolvedores capazes de atender aos anseios deste universo, criando em nossa língua, seja um passo essencial para a ampliação de uma base que já conta com mais de 55 milhões de jogadores em todo o mundo”, afirma Faure.

Os primeiros passos dessa iniciativa foram dados em janeiro deste ano, quando a Atrativa anunciou o desenvolvimento do game Dreaming Sarah, desenvolvido por André Chagas, do Rio de Janeiro. O projeto é uma aventura que conta a história de Sarah: uma menina em coma que desafia os jogadores a descobrirem meios de acordá-la, explorando diversas habilidades que ajudarão a desvendar o mundo dos sonhos. O jogo será lançado no início de 2014, mas já gera grande expectativas entre os gamers.

Brasil no alvo do mundo
Internacionalmente, o mercado de games já é um dos mais relevantes, deixando de ser um nicho para adquirir posição central na indústria do entretenimento, ditando regras de consumo e comportamento. Segundo a consultoria britânica Pricewaterhouse Coopers (PwC), os games movimentarão cerca de 83 bilhões de dólares em todo o mundo até 2016. Mais de um terço desse valor – cerca de 36% –oriundos dos games desfrutados em plataformas móveis.

Neste sentido, o Brasil também ganha destaque, pois o mercado nacional de games casuais está fortemente ligado a outra tendência dominante na internet brasileira: as redes sociais. No estudo Games Pop, sobre o público brasileiro de games, o Ibope constatou que 76% das pessoas que costumam jogar no telefone, smartphone, computador, notebook, tablet e iPod acessam as redes sociais para fazê-lo.

A tendência de crescimento dos games casuais, especialidade da Atrativa GameHouse, já foi notada pela principal entidade americana representativa dos fabricantes de jogos – a Entertainment Software Association. Um levantamento recente da instituição mostra que, nos Estados Unidos, 38% dos jogadores usam seu smartphone para a diversão, enquanto 26% escolhem um tablet – ambas plataformas em amplo crescimento no Brasil, fator também considerado pela Atrativa GameHouse na busca pelos desenvolvedores brasileiros.

Brasil Game Show
Data: 25 a 29 de outubro de 2013
Estande: Espaço 8 da área B2B.

Sobre a Atrativa
Empresa do grupo GameHouse, a maior publisher de games casuais do mundo, que reúne 55 milhões de jogadores, sendo 15 milhões na América Latina e 7 milhões no Brasil. Fundada em 2000, foi incorporada pelo grupo em 2007. Possui as franquias Delicious e Mortimer Beckett e lança cerca de 300 games no Brasil por ano. Para mais informações, acesse: www.atrativa.com.br

Zêr Arnaldo

Atua na área de Geoprocessamento, é editor do Titan Games. Foi curador da área games da Campus Party, adora quadrinhos, fotografia, astronomia, sonhador como Julio Verne, fan do bom e velho rock ‘n roll. Sua meta é conhecer os quatro cantos do mundo, ou quem sabe ir para o alto, e para o infinito ! 🙂

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