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CTC/PUC-Rio realiza e coordena etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica

A PUC-Rio sediará este ano, pela segunda vez, a modalidade prática da etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), o maior evento estudantil de robótica da América Latina.

Sob a coordenação das professoras Marley Vellasco e Karla Figueiredo, ambas do Departamento de Engenharia Elétrica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), o ginásio da Universidade vai receber, no dia 17 de setembro, a partir das 10h, as 41 melhores equipes de escolas públicas e particulares de todo o Estado do Rio de Janeiro que venceram suas respectivas etapas regionais, reunindo alunos do 1º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio e Ensino Técnico.

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A prova prática é classificatória e irá definir quem segue para a disputa nacional, em novembro. Grupos de todos os 27 estados participarão da competição nacional e podem, se aprovados, disputar a RoboCup, competição estudantil internacional.

As provas práticas consistem em projetar e programar um robô capaz de executar atividades de resgate em situações que simulam catástrofes naturais. Durante o percurso, o robô deverá atravessar obstáculos e identificar cores no menor tempo possível.

A prova na PUC-Rio será a mesma para os dois níveis escolares aceitos na competição e contará apenas com variações no grau de dificuldade. Um ou mais objetos a serem resgatados (vítimas), podendo estar em qualquer lugar da arena, deverão ser levados para uma área de resgate pré-determinada.

Para os alunos do nível 1 (ensino fundamental – do 1º ao 9º ano), a prova apresenta um grau menor de dificuldade: a área de resgate é um triângulo com dois lados medindo 30 cm e com uma elevação de 5mm.

Já para os alunos do nível 2 (ensinos médio e técnico), as vítimas a serem resgatadas devem ser levadas para uma área de resgate que também é um triângulo com dois lados medindo 30 cm, porém vazado e com paredes de 6cm.

“Ano passado, a iniciativa foi um sucesso e é um prazer contribuir novamente para a OBR. Os alunos adoram, aprendem e, mesmo com o clima de competição, tudo é muito positivo.

Este tipo de competição, além de desenvolver a parte científica, desperta a independência e a curiosidade de pesquisar. As crianças devem trabalhar em equipe e aprender a lidar com angústias e frustrações. O aprendizado ultrapassa o conteúdo acadêmico e estimula, principalmente, a dedicação”, afirma Marley Vellasco.

Fundada em 2007, a OBR foi a primeira disputa de robótica a permitir a participação de crianças abaixo de nove anos. A competição busca incentivar o estudo científico e tecnológico entre jovens dos ensinos fundamental, médio e técnico.

A iniciativa não possui fins lucrativos e é gratuita para todas as escolas públicas e privadas do país. A organização, apoiada pelo CNPq, incentiva e divulga a robótica em suas aplicações e tendências, além de estimular o ensino em busca de jovens talentos na área técnica.

Zêr Arnaldo

Atua na área de Geoprocessamento, é editor do Titan Games. Foi curador da área games da Campus Party, adora quadrinhos, fotografia, astronomia, sonhador como Julio Verne, fan do bom e velho rock ‘n roll. Sua meta é conhecer os quatro cantos do mundo, ou quem sabe ir para o alto, e para o infinito ! 🙂

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